Como localizar e testar pontos de entrada
Investiga chamador, contrato e versão antes de implementar um PE.
Visão geral
Comece pela rotina e pelo evento de negócio; localize o identificador no índice oficial e procure a ficha específica e o chamador da versão utilizada. Uma lista de ExecBlock não comprova parâmetros, significado do retorno ou posição na transação. ExistBlock verifica disponibilidade da customização, sem explicar seu contrato. Teste em homologação os caminhos de confirmação, cancelamento, erro e ausência do PE; registre versões e efeitos observados. O exemplo consulta apenas um identificador fictício, sem executar o ponto ou simular uma rotina padrão. (TOTVS, s.d., refs. 1–2)
Exemplo comentado
#Include "Protheus.ch"
User Function Ed306()
// Nome ficticio: verifica disponibilidade, nao finalidade.
ConOut(cValToChar(ExistBlock("EDTESTPE")))
Return NilLógico conforme o repositório e as condições do ambiente; o resultado não valida contrato técnico. Em revisão: exemplo editorial não compilado nem executado em Protheus. Conferir includes, release, RDD e contexto antes de homologar.
- Não colocar dados de clientes em logs. Conferir aliases, PARAMIXB, retorno e transação no ponto real; não transplantar contratos entre identificadores parecidos.
- Em revisão: exemplo editorial não compilado nem executado em Protheus. Conferir includes, release, RDD e contexto antes de homologar.

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